Milho

Guia Prático do Milho
Guia Prático - Proteção do Milho

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Problemas

  • Brocas do Milho

    Descrição

    Os insetos adultos desta praga apresentam uma cor amarelo-acastanhada e fazem as suas posturas por grupos na baínha das folhas da zona apical do caule, dando origem entre 10 a 20 pequenas larvas brancas-rosadas e lisas, com 8 a 10 mm de comprimento, que se distribuem seguidamente pelas plantas vizinhas, dando origem ao foco de ataque primário.

    A primeira geração alimenta-se do parênquima foliar e perfura a base das folhas ou o caule até a planta começar a “murchar” e secar. Depois, passa para a planta contígua, provocando a morte continuada de várias plantas. A segunda geração não é tão visível em termos de sintomas. Durante a terceira geração, as larvas vivem junto do caule, ou mesmo nas maçarocas, provocando a paragem da migração de reservas para o grão, podendo provocar a “acama” devido à fragilização dos caules. Os estragos da terceira geração são mais graves em sementeiras tardias. Abaixo de 8ºC a sua actividade cessa.
    Relativamente aos prejuízos, ao escavarem galerias, sobretudo na parte inferior do caule e na maçaroca, as lagartas provocam a acama e quebras significativas na produção de grão.

  • Infestantes de folha larga e ciperáceas do milho

    Descrição

    A existência de infestantes na cultura do milho pode causar problemas severos de competição pela água e nutrientes, resultando em acrescidas dificuldades na fase de arranque do milho. O combate às infestantes torna-se essencial nesta cultura para alcançar elevada produtividade.

  • Infestantes de folha larga e estreita do milho

    Descrição

    A existência de infestantes na cultura do milho pode causar problemas severos de competição pela água e nutrientes, resultando em acrescidas dificuldades na fase de arranque do milho. O combate às infestantes torna-se essencial nesta cultura para alcançar elevada produtividade.

  • Infestantes de folha larga, estreita e ciperáceas do milho

    Descrição

    A existência de infestantes na cultura do milho pode causar problemas severos de competição pela água e nutrientes, resultando em acrescidas dificuldades na fase de arranque do milho. O combate às infestantes torna-se essencial nesta cultura para alcançar elevada produtividade.

  • Insetos do solo do milho

    Descrição

    Alguns insectos do solo, nomeadamente: alfinete, melolonta, nóctuas e scutigerellam são pragas que podem afetar a cultura logo após a instalação devido ao ataque sobre o sistema radicular e caule. A ausência de controlo destas pragas tem implicações muito graves na cultura, principalmente ao nível do desenvolvimento das plantas.

  • Molhante do Milho

  • Nóctuas do milho

    Descrição

    As nóctuas das lagartas são muito vorazes, com cerca de 45 a 50 mm, apresentam cabeça avermelhada, corpo acinzentado com duas linhas paralelas na região mediana. Por cada segmento, duas pequenas manchas negras à frente e duas atrás, cada uma com um pequeno pêlo. Esta espécie é considerada sedentária, mas os adultos parecem capazes, em determinadas épocas, de efectuar voos de uma amplitude limitada. As fêmeas põem os seus ovos isoladamente, em pequenos grupos, na página inferior das plantas espontâneas bem como na superfície do solo. Após a postura dos ovos, a duração média de evolução embrionária 15 dias a 14,5 ºC.
    A jovem lagarta rói primeiro as plantas espontâneas, depois ataca as espécies cultivadas próximas. Alimenta-se de noite e dissimula-se enrolando-se sob um torrão ou a pouca profundidade no solo. Tem 1 a 2 gerações anuais, por vezes, uma 3ª geração parcial. Este noctuídeo hiberna no estado de lagarta. Os adultos aparecem em meados de Abril a início de Junho e a 1ª geração larvar desenvolve-se de Junho a Julho. Quando atingem o último estádio hibernam a não ser que pupem no solo.

  • Piral do Milho

    Descrição

    A Piral é uma das pragas que causa graves prejuízos à cultura, afetando todos os orgão da planta. As perfurações no caule, com a sintomologia característica de serradura amarelada, levam normalmente à acama. Na espiga, os estragos estão relacionados com o consumo de grão e destruição da massaroca.